dimanche, septembre 20, 2009

o que fazer nessas horas de rima insana?

As atitudes loUcalizaram aquele viés pouco certo da menina-mulher. Agora já não se esperava mais na madrugada. Ela capturava de volta em claros diálogos aquela perna de apoio que mal acostumava, porém que ainda representa perfeição... Metricamente produzida para o ser de sonhos que não encontrava alguém que nascera para seus ideais raros. Eram ilusões, eram despensamentos, atitudes insanas e talvez até inconseqüentes. Era pura vontade. Com ele, ela estava sendo pela segunda vez.
Surgira da onde tanta confiança?, se perguntava a menina na madrugada fria de ventos falsos que durou pouco. Ela nem estava pagando para ver, ela fazia e se confortava. Não era um erro, não haveria de ser tão cruel com si própria. Aquilo era viver. Estar propenso a ferir, decepcionar, abrir mão de um ou outros. Ela preferiu abrir suas mãos para ele. Ele era puro e inteligente. Era frio e malicioso. Era diferente e somava.
Isso era somente o que importava. Perna que soma não é encosto. Perna que soma ajuda e protege. Tudo vai na mágica da espera de uma vida nova em um outro lugar. É uma espera nova. Dessa vez mais gostosa, mais correta, mais possível, pensa a menina. O que fazer se a certeza é algo desconhecido? Nessa hora, apenas vive-se.

vendredi, septembre 18, 2009

a gente corre pra se esconder e se amar, se amar até o fim..................

mardi, septembre 15, 2009

agora.... nunca....

Era uma projeção fantasmagórica de uma mente absurdamente fértil. Sinais de dor epiderme incitam então um questionamento pessoal na jovem naquela noite. Ela estava suscetível. Seria aquela perda de horas, aquela mentira não sincera - seria aquele desgaste físico-emocional, amor? Não andaria a jovem à frente de seu tempo, mais uma vez? Protegida agora por chinelos nos pés, roupas de lã, remédios anti depressivos que tapavam buracos gigantes. Eles terminavam com a fome de amor em três quartos de horas. Era tudo violento, débil e tranqüilizador. A maneira como se vira os civilistas a ajudava a refletir um equilíbrio entre as molduras das paredes onde a impuseram, e as hastes de sonhos surreais que provavelmente não eram alcançáveis a mão nua. Esperar-se-ia uma lentidão ríspida de três milésimos de sussurros por aquilo que trazia má indigestão? Não era uma Woodstock lenta e deliciosa. Viver aquela realidade mágica não estava nem ao menos saciando os que buscavam os beatnicks por admiração visual. Aquela humana limpa corria riscos por sabe-se lá o que...
, sentimento forte sem nome costumeiramente chamamos de paixão. Mas era tão insano o viés heterossexual e rude com que ele tratava suas errôneas reflexões assustadoras. Ela era quase livre por ele e com ele. Ao acaso palpável, ele era postura curva e liberdade de si, de só, de mundo. E insistia prender, prender, prender, sugar. Sugava as forças de uma criança que almejava somente conforto.
Qual das idôneas sensações similares as que ele buscava agora eram? Ela não fazia por entender, doía-lhe a cabeça, fechavam-se pálpebras puras e a espera matava. Seu amor havia morrido assim. Ela sabia que isso ainda a estrangularia abaixo das veias. Aquele era o último. Ela dormiria. Tentaria morna sumir até dois sussurros.
- TENTATIVAS VÃS. Mas ela prometera. Exceções. Dói-lhe a cabeça... A mente coça. E o coração palpita. Agora... Nunca....

lundi, septembre 14, 2009

Eu virei genia
Eu virei sim
Eu quero tudo
Menos
A
Mim

...

Ei. Você tirou minha casa, roubou minha cama, comeu meu queijo. Ele tirou minha vida, rasgou minha roupa, me desmoralizou. Ah, menina. Você me vulnerabilizou.